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Artigos 24/8/2018 13:40:38 » Por Atualizado em 24/8/2018 14:37h

Sincomerciários Catanduva acolheu Café Sensorial nesta sexta em sua Sede

Evento discutiu inclusão de deficientes na sociedade e mercado de trabalho



Na manhã desta sexta-feira (24/08) foi realizado na Sede do Sincomerciários Catanduva o Café Sensorial com a participação de mais de 100 pessoas de áreas de RH de empresas, sendo este o público alvo. O evento fez parte da Semana da Pessoa com Deficiência.

A parceria entre Prefeitura, Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Sincomerciários e Fecomerciários mostrou o quanto é positivo qualificar e inserir a pessoa com algum tipo de deficiência no mercado de trabalho. Dados do IBGE mostram que no Brasil existem 45.6 milhões de pessoas com deficiência. Destes, 31 milhões estão em idade de trabalhar, mas apenas 13 milhões possuem qualificação.

Carlos Longo, presidente do Sincomerciários Catanduva, destacou que “objetivo do Café Sensorial, projeto da Fecomerciários em parceria com os Sindicatos Filiados e municípios, é promover a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade”.

O Café Sensorial teve início com o credenciamento às 8 horas.  A apresentação do Programa de Inclusão da Fecomerciários foi feito pela Professora Eunice Aires, coordenadora do Departamento de Educação e Responsabilidade Social.

Duas palestras foram realizadas: - “A Lei de Cotas como ferramenta e Inclusão Social”, ministrada pelo Dr. José Carlos do Carmo (Dr. Kal) - Médico do Trabalho e Auditor Fiscal do Ministérios do Trabalho, idealizador e coordenador da Câmara Paulista de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho e a Palestra Musical: “O Protagonismo da Pessoa com Deficiência na Valorização da Diversidade”, realizada pelo Professor Renato José da Silva,– Pós-graduado em História, Cultura e Sociedade pela PUC/SP, músico, palestrante e consultor na área de Inclusão e protagonismo da pessoa com deficiência visual

Renato José da Silva destacou que a revolução tecnológica tem ajudado, em muito, o deficiente a ser incluído na sociedade. Renato perdeu a visão aos 20 anos e hoje, aos 41, diz que a situação é bem diferente e existe uma preocupação com a inclusão e as coisas “estão acontecendo muito mais rápido do que duas décadas atrás”.

José Carlos do Carmo concorda e complementa dizendo que “é necessário uma escola inclusiva e RH´s que realmente insiram essas pessoas na sociedade, formando profissionais qualificados para o mercado de trabalho”, explicou.

Estiveram presentes os vereadores Onofre Baraldi, que representou a Câmara na mesa, Aristides Bruschi, Wilson Anastácio Paraná, Benedito Alexandre Pereira (Ditinho Muleta) e de Ariranha, Alexandre Manzoni. A prefeitura esteve presente através da presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Oléia Jorge Ferreira.




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